terça-feira, 5 de junho de 2012


Amanhã (06) tem festa junina no Amaral Carvalho

A animada Festa Junina do Amaral ocorre amanhã (6), a partir das 19 horas, no Centro de Apoio ao Paciente (CAP). Muita diversão, barracas de comidas e bebidas típicas, música e até um concurso para o caipira mais característico, estão entre as atrações da noite.

O evento, além de beneficiar o HAC com a arrecadação da portaria, colabora com outras entidades assistenciais de Jahu: Abrigo São Lourenço, Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae), Casa da Criança, grupo Arcanjo Miguel e Informatibola comandam as barracas de comida e bebida. Toda a renda obtida com a venda dos itens será destinada à entidade responsável pela barraca.  

Os ingressos podem ser adquiridos nas entidades participantes, no Ecac e na loja Cantinho do Céu, pelo valor de R$ 2 — crianças até 12 anos não precisam de ingresso. A festa é aberta ao público. 

Serviço
Centro de Apoio ao Paciente

Rua Victor Burjato, 165 – Jahu, SP
Informações: (14) 3625-5012

Ariane Urbanetto
Departamento de Comunicação - Fundação Amaral Carvalho
Rua Doutor Miranda Junior, 26 - Jahu (SP). CEP 17210-000

Em razão das DOAÇÕES DE SANGUE, PLAQUETAS, ÓRGÃOS E MEDULA ÓSSEA terem em sua logística de captura a imperatividade de um desenho formatado gratuitamente tanto para o doador bem como ao receptor, eu Sergio pergunto:


Será que é este o motivo, a razão pela qual o DESCASO por parte da população nacional e acredito que até internacional se faz infelizmente tão presente, tão latente fazendo com que nossos hemocentros, nossos hemonúcleos fiquem correndo atrás de fornecedores/doadores com intuito único de abastecer suas reservas de forma tão impactante e frustrante?


Vejam bem e prestem atenção, precisamos rever conceitos, rever valores mesmo porque ninguém deste mundão de meu Deus tem a garantia, a certeza de que amanhã ou depois de amanhã, ou seja, nunca fará uso desta vital necessidade.


Nunca diga Nunca!


Você ou nenhum ser pensante e enquanto andante por este planeta teve, tem ou terá bola de cristal.


Humanização já não, pra ontem!


E se beber não dirija!


Não se transforme em estatística e sim em doadora ou doador, ativos é  claro!


Questione, Emocione, Impulsione!


Então se liga ae e que Deus te proteja!


Processou?

sábado, 2 de junho de 2012



22/02/09 - 13h50 - Atualizado em 25/02/09 - 17h10

Cães e gatos também doam sangue: estoque nem sempre é farto em SP


Existem 13 tipos de sangue de cachorro e três de gato.

Animal que doa passa por check up e tem saúde monitorada.
Claudia Silveira Do G1, em São Paulo

O labrador Francesco (Foto: G1 / Daigo Oliva)

Cães e gatos vítimas de atropelamento, intoxicação e câncer têm na transfusão de sangue uma esperança para sobreviver em São Paulo. O problema é que esse tipo de doação ainda não se tornou uma prática entre os donos dos animais, o que significa nem sempre ter sangue disponível quando um bicho precisa. A dificuldade também é maior porque os cães têm 13 tipos diferentes de sangue, sendo seis os tipos com mais demanda. Isso significa que, quanto maior a variação, maior é a dificuldade de encontrar um doador compatível. O mesmo, no entanto, não acontece com os gatos porque eles têm apenas três tipos.







Mas o veterinário Márcio Moreira, coordenador do banco de sangue do hospital veterinário da Universidade Anhembi Morumbi, na Zona Sul, é otimista e acredita que, quanto mais o dono se preocupa com a saúde de seu mascote, mais ele poderá ajudar a salvar outros animais. 

 

Saiba mais


Moreira conta que, há três anos, o número de doadores cadastrados não chegava a 15. Atualmente, ele possui mais de 180 cães e gatos catalogados, ou seja, que já doaram sangue ao menos uma vez e que sempre voltam para abastecer o banco. Quanto mais doadores, maior a variedade de sangue estocado e mais animais podem ser salvos.

Muito do aumento no número de doadores, conta Moreira, é graças aos donos - que estão se informando mais sobre a saúde dos seus cães - e ao avanço tecnológico na área da medicina veterinária. “Antes, quando um animal precisava de sangue, a gente dizia ao dono: ‘Você conhece alguém que tenha um cachorro grande que possa doar?’”, lembra ele, mostrando que o processo era imediato: saía de um bicho e ia para o outro.

Agora, conta o veterinário, a tecnologia permite transformar uma bolsa de sangue em outras três: uma com concentrado de hemácias, outra com concentrado de plaquetas e, por último, a com plasma. O tempo de estocagem e conservação desse material também aumentou e pode variar de 21 dias a um ano.

 
Doadores 

 

Medalhinha que é dada aos cães que doam sangue no hospital veterinário (Foto: G1 / Daigo Oliva )


O labrador Francesco, de 3 anos, é um dos animais cadastrados no banco. Segundo a dona dele, a webdesigner Marina Corrêa, o cachorro é doador desde que completou 1 ano de vida. “Ele já deve ter doado umas dez vezes. O Francesco já doou para cachorros com câncer e com a doença do carrapato”, lista a dona.

Marina levou Francesco para doar pela primeira vez por iniciativa de uma amiga, que tinha dois cachorros doadores. Hoje, a webdesigner virou ativista da causa e comanda a comunidade no Orkut “Eu sou cachorro, doo sangue”, com quase 900 membros.

Quem também leva seu mascote para doar sangue é a adestradora e consultora em comportamento animal Iracema Gil, dona do golden retriever Billy. Para ela, a atitude é um gesto de solidariedade. “Acredito que doar é dar mais uma chance de vida a um animal. Hoje, o Billy está doando, mas amanhã pode ser ele que esteja precisando”, justifica.

 
Como doar

 

Donos de cães e gatos que se sensibilizaram com o gesto das donas de Francesco e de Billy precisam saber que, assim como os humanos, cães e gatos precisam preencher alguns pré-requisitos para poder doar sangue.

Para os cães, a primeira exigência é ter um temperamento dócil, conta o veterinário Moreira. “A gente não doa o animal, ele fica consciente o tempo todo, mas precisa ficar quieto”, diz. O cachorro deve ter entre 1 e 8 anos, estar com 27 kg ou mais, ser vacinado e vermifugado, estar sadio e não estar prenhe.

Os critérios para ser doador são praticamente os mesmos para os gatos, só o peso que muda: o animal deve ter no mínimo 4,5 kg. Os felinos, no entanto, precisam ser sedados, pois dificilmente ficam parados por conta própria.

Tanto o veterinário Moreira como as donas de Francesco e de Billy são enfáticos ao dizer que os animais não sofrem durante a doação de sangue. “O Francesco fica quietinho o tempo todo. Se ele não gostasse ou doesse, ele não ia ficar parado nem deixar as pessoas mexerem nele durante a doação”, afirma Marina.

“Não vou dizer que é divertido porque não deve ser legal ficar parado por muito tempo. Mas sei que, se o Billy não quisesse, ele não deixaria fazer nada com ele”, argumenta Iracena.

Muitos donos podem ainda estar se perguntando se o sangue retirado pode fazer falta ao animal. O coordenador do banco de sangue diz que não. Segundo Moreira, um cão leva 21 dias para repor o sangue retirado e a doação só pode ser repetida a cada dois meses.

“Nós retiramos 20 ml de sangue por quilo do animal. Para encher uma bolsa são necessários entre 400 ml e 450 ml, mas a gente nunca tira tudo o que um cão ou gato pode doar”, afirma.



Por que doar 

 

A agulha é colocada na jugular do cão. Note que o médico à direita, coloca os dedos um pouco abaixo da jugular para estimular a pressão do sangue. (Foto: G1 / Daigo Oliva)



Iracema e Marina contam que levar seus cães para doar sangue significa manter a saúde deles sob controle. Isso porque, antes de cada doação, o animal é submetido a uma bateria de exames clínicos que, segundo o veterinário Moreira, irá verificar se o bicho tem alguma doença. “Já aconteceu de detectarmos uma doença no início graças ao check up feito antes da doação”, conta.

Monitorar a saúde do pet facilita a vida do dono, mas o gesto de solidariedade tranqüiliza principalmente quem tem algum animal doente. É o caso da veterinária Tatiane Giovani, de 23 anos, dona do cocker spainel Willy, de 8 anos. “Ele tem insuficiência renal crônica e estava em crise”, conta. Em situações como essa, diz Tatiane, Willy precisa da transfusão com urgência para ter melhor qualidade de vida.

Esta foi a segunda vez que o cocker spainel foi submetido a uma transfusão de sangue. A primeira foi logo quando ele teve a doença detectada, em setembro do ano passado. “Na primeira vez, ele tava muito mal, fez a transfusão e melhorou muito”, relembra Tatiane.



Cuidados


Mas não é porque a doação de sangue vem com um check up que dá para sair oferecendo a veia do seu cachorro por aí. A veterinária Simone Otoline, assessora técnica do Conselho Regional de Medicina Veterinária de São Paulo, afirma que é preciso procurar um hospital ou laboratório de confiança.

Simone orienta que, se for levar o animal para doar, é bom conhecer o local e o veterinário responsável pelo local com antecedência. “Um animal não adoece por fazer a doação, a menos que o procedimento seja feito de forma incorreta”.

Não considerando esta abordagem demasiada estreita informo a você que está tendo a plena condição de apreciar esta mensagem de que no mínimo você não deve ter sofrido nenhuma intercorrência, nenhum desvio de percurso, ou seja, absolutamente nenhuma necessidade vital de SANGUE, PLAQUETAS, MEDULA ou ÓRGÃOS, ótimo pra você!


Mas deixo claro de que não é bem assim que a banda toca não!


Tem muita gente por ai precisando muito desta matéria prima que só o ser humano tem plena condição de gerar/produzir e não menos importante que é a condição de FORNECER/DOAR.


Veja, nem a mais rica das empresas do planeta pode fazer o que você pode que é ser FORNECEDOR/DOADOR de vida, só isso!


Assim sendo, eu Sergio lhe pergunto:


Você é doadora ou doador ativo?


Faça a diferença sendo o diferencial!


Ajude a recuperar integridades!

Ajudando a recuperar integridades!



Olha só, sem onerar momento algum tenha total convicção de que absolutamente nenhum ser pensante que habita este planeta está imune de supostos desvios de percurso e outra certezinha é que seja você rico, pobre, branco, preto, mulher ou homem nunca teve, não tem e nunca terá em seu domínio uma tal de bola de cristal para ver/garantir seus futuros passos e muito menos retificar os já dados.



Não tenha dúvida de que o capital intelectual do planeta é sim para ser hiper considerado.



Seja o diferencial na vida de alguém sendo esta pessoa conhecida ou não!



Quem precisa tem pressa!